terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Novo ministro da Justiça manda investigar postos que aumentaram gasolina

 


O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) vai investigar os postos que aumentaram o preço da gasolina nos últimos dias por uma suposta retomada da cobrança de tributos federais sobre os combustíveis (PIS/Cofins e Cide).


Durante sua posse, o novo ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que já determinou ao secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, que apure as eventuais alterações nos preços dos combustíveis nas bombas.


“Já orientei o Wadih para verificar os aumentos irrazoáveis, imoderados, dos combustíveis que vemos hoje, uma vez que não há razão objetiva”, afirmou Dino. Segundo o novo titular da Justiça, “não houve aumento na Petrobras e não há base empírica para que haja essa descoordenação em relação a preços”.


Inicialmente, a equipe econômica do novo governo cogitou revogar a desoneração dos combustíveis, o que aumentaria o preço da gasolina. No entanto, a gestão petista decidiu não fazer isso em um primeiro momento.


Logo que tomou posse, Lula assinou uma medida provisória que manteve a desoneração sobre a gasolina e o diesel. Mesmo assim, alguns postos aumentaram os preços. No Distrito Federal, por exemplo, a gasolina subiu e chegou a R$ 6,30 no primeiro dia de 2023.


Essa desoneração dos impostos federais sobre os combustíveis foi feita pelo governo Jair Bolsonaro (PL) para forçar uma queda no preço da gasolina, que não parava de aumentar.


Fonte: Metrópoles

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segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Lula volta atrás e edita MP para prorrogar isenção sobre combustíveis

A equipe do presidente eleito Lula (PT) voltou atrás sobre a suspensão da isenção do PIS/Cofins, tributos federais, e está preparando uma medida provisória (MP) para manter os combustíveis isentos. A MP deve ser publicada já no domingo (1º), dia da posse.


A isenção, implementada pelo governo Jair Bolsonaro no início do ano, venceria neste sábado. Mas nesta semana, a equipe do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, propôs para o futuro ministro, Fernando Haddad, prorrogar a isenção, mas ele recusou e citou o impacto na arrecadação.


Pesou, na avaliação do novo governo, o fato de não querer começar o mandato com alta no preço dos combustíveis, principalmente gasolina e diesel.


Por g1

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Brasil registra 337 mortes e mais de 37 mil casos de Covid em 24 horas

O Brasil registrou 337 mortes e 37.104 casos de Covid-19 nesta quarta-feira (28). Com isso, o país chegou a 36.275.146 casos e a 693.604 vidas perdidas pelo coronavírus desde o início da pandemia.


A média móvel de óbitos agora é de 171 por dia, um aumento de 50% em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de casos é de 34.016, crescimento de 2,7% no mesmo período.


Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.


Ao todo, 182.484.783 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen, são 172.755.560 pessoas com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.


Assim, o país já tem 84,94% da população com a 1ª dose e 80,42% dos brasileiros com as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen.


Até o momento, 106.888.442 pessoas já tomaram a terceira dose, e 38.904.732, a quarta.


Em relação às crianças, foram aplicadas 14.391.361 primeiras doses (54,46%) na faixa etária de 3 a 11 anos e 9.984.796 segundas doses (37,79%).


A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes.


Folhapress

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Justiça libera R$ 1,6 bi em atrasados para beneficiários do INSS

O CJF (Conselho da Justiça Federal) liberou R$ 1,6 bilhão em novo lote de atrasados para beneficiários do INSS (Institudo Nacional do Seguro Social) que conseguiram a concessão ou revisão do benefício na Justiça.


O valor corresponde a ações previdenciárias e assistenciais, como revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de 146.598 processos, que são destinados a 181.518 beneficiários.


No total, a soma liberada aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) para o pagamento de RPVs (Requisições de Pequeno Valor), autuadas em novembro de 2022, atinge o valor de R$ 1,9 bilhão. As RPVs são valores atrasados de até 60 salários mínimos — neste ano, até R$ 72.720 —, pagos em ações propostas no Juizado Especial Federal.


Para receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. É preciso ainda que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo.


O conselho informa que cabe aos TRFs, segundo cronogramas próprios, o depósito dos recursos financeiros liberados. Com relação ao dia em que as contas serão efetivamente liberadas para saque, esta informação deve ser buscada na consulta de RPVs disponível no portal do Tribunal Regional Federal responsável.


A consulta deve ser feita com o advogado responsável pela ação ou no site do tribunal federal, que mostrará a data em que a ordem de pagamento foi emitida pela Justiça. 


O valor que será pago em cada tribunal


• TRF da 1ª Região (DF, MG, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP) 


Geral: R$ 784.279.141,52 


Previdenciárias/Assistenciais: R$ 670.409.127,12 (34.327 processos, com 40.303 beneficiários) 


• TRF da 2ª Região (RJ e ES) 


Geral: R$ 141.009.835,72 


Previdenciárias/Assistenciais: R$ 107.363.501,09 (5.237 processos, com 7.038 beneficiários) 


• TRF da 3ª Região (SP e MS) 


Geral: R$ 310.207.611,76 


Previdenciárias/Assistenciais: R$ 236.880.482,45 (8.301 processos, com 10.146 beneficiários) 


• TRF da 4ª Região (RS, PR e SC) 


Geral: R$ 427.110.814,98 


Previdenciárias/Assistenciais: R$ 363.091.885,77 (19.910 processos, com 25.840 beneficiários) 


• TRF da 5ª Região (PE, CE, AL, SE, RN e PB) 


Geral: R$ 312.652.385,87 


Previdenciárias/Assistenciais: R$ 258.307.558,34 (14.705 processos, com 23.685 beneficiários)


Do R7

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domingo, 25 de dezembro de 2022

Veja o que muda com a volta do Bolsa Família no lugar do Auxílio em 2023

Com volta do Bolsa Família, governo deve retomar critérios de seleção, além de implementar "busca ativa".


O Bolsa Família, criado no primeiro governo Lula, volta no ano que vem com o terceiro mandato do presidente eleito. Entretanto, não será só o nome do Auxílio Brasil que irá mudar com o retorno. Isso porque novidades como o valor de R$ 150 adicionais por cada criança de 6 anos e a exigência de matrícula escolar devem estar presentes.


Vale lembrar que o Auxílio Brasil foi um programa de transferência de renda criado em meio à pandemia da Covid-19, em um momento de transição do então Auxílio Emergencial. Para muitos especialistas, sua criação significou uma tentativa do governo Bolsonaro de retirar a marca do PT dos benefícios sociais.


Confira abaixo algumas diferenças entre os programas.


Com a volta do Bolsa Família, o valor muda?


Nenhum impacto no valor será sentido do final do Auxílio Brasil para a retomada do Bolsa Família. Entretanto, vale lembrar que o valor fixado do programa atual é de R$ 400, com R$ 200 adicionais até dezembro.


Para o Bolsa Família, o governo eleito buscou manter o valor de R$ 600 para o ano que vem, além do bônus de R$ 150 por filho de até 6 anos em cada família beneficiada. A intenção do PT é institucionalizar o valor nos próximos orçamentos, dando mais previsibilidade às famílias beneficiadas.


Quantos devem receber?


Inicialmente, o programa continuará atendendo as 21,6 milhões de famílias inscritas no Cadastro Único com direito ao Auxílio Brasil. No entanto, após denúncias de que pessoas não qualificadas estariam recebendo o benefício, o governo eleito promete realizar um “pente-fino” a partir de fevereiro. A revisão vai ser focada nos 4,9 milhões de beneficiários que declararam morar sozinhos.


A equipe do novo governo também propôs uma “busca ativa” por potenciais beneficiários, com assistentes sociais das prefeituras identificando pessoas em situação de vulnerabilidade e as incluindo no programa.


Quais os critérios para recebimento na volta do Bolsa Família?


Para receber o benefício, atualmente, é necessário estar em situação de extrema pobreza, que são aquelas famílias que possuem renda mensal per capita de até R$ 105,00, e as em situação de pobreza, ou seja, com renda familiar mensal per capita entre R$ 105,01 e R$ 210,00.


Esse critério deve ser mantido. Mas o Bolsa Família deve retomar com etapas extintas no programa do presidente Jair Bolsonaro (PL), como o comprovante de matrícula escolar (no caso de famílias com crianças) e a atualização da carteira de vacinação.

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sábado, 10 de dezembro de 2022

Rui Costa é anunciado como ministro da Casa Civil do governo Lula


O atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), foi anunciado nesta sexta-feira (9/12) como o futuro ministro da Casa Civil do governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que toma posse em 1° de janeiro de 2023.


Além de Rui Costa, que garantiu a sucessão petista no governo da Bahia com a eleição de Jerônimo Rodrigues (PT), Lula anunciou os chefes dos seguintes Ministérios:


Fazenda: Fernando Haddad (PT);

Defesa: José Múcio Monteiro;

Justiça: Flávio Dino (PSB);

Relações Exteriores: Mauro Vieira.

"É com um imenso orgulho que agradeço essa missão. Sei da minha responsabilidade e vou trabalhar como jamais trabalhei na minha vida para devolver o protagonismo do Brasil", comentou Rui no Twitter


Jacobina Notícias 

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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Moraes rejeita ação do PL contra urnas e multa coligação de Bolsonaro em R$ 22,9 milhões

 


O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, multou os partidos da coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL) em R$ 22,9 milhões pelo relatório de auditoria em que o PL, sem indicar provas de fraude, pede a anulação de votos do 2º turno das eleições de outubro (matéria aqui)


Moraes rejeitou o pedido de verificação extraordinária do resultado das eleições 2022 e definiu a multa por identificar, na conduta dos partidos, "litigância de má-fé" – quando alguém aciona a Justiça com má intenção ou deslealdade, para causar tumulto.


Além do PL de Bolsonaro, a decisão atinge os partidos PP e Republicanos – que também integraram a coligação derrotada em segundo turno. O partido do presidente disse ainda que, de acordo com a consulta, Bolsonaro teria vencido as eleições com 51%.


Por g1

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sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Após nova nota da Defesa sobre urnas, Moraes diz que assunto 'acabou faz tempo'

Após novo posicionamento do Ministério da Defesa de que o relatório das Forças Armadas sobre as eleições não exclui a possibilidade de fraude nas urnas, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, afirmou nesta quinta-feira (10/11) que o assunto “acabou faz tempo”.


Mais cedo, o Ministério da Defesa divulgou uma nova nota afirmando que o relatório enviado ao TSE, “embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022”.


A nota tem como objetivo, segundo Ministério, “evitar distorções do conteúdo do relatório”. O conteúdo destaca que o relatório indicou “importantes aspectos que demandam esclarecimentos”.


Por BBC News

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quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Relatório da Defesa não aponta fraudes na eleição: o que diz o documento?

O aguardado relatório do Ministério da Defesa sobre o processo de fiscalização do sistema de votação eletrônico usado nas eleições deste ano foi divulgado no início da noite desta quarta-feira (9/11). O documento era esperado por grupos de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), que perdeu as eleições para o agora presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a expectativa de que pudesse apontar algum tipo de fraude ou irregularidade. Ao longo dos últimos quatro anos, Bolsonaro colocou em dúvida a lisura das urnas eletrônicas sem apresentar provas.


Ao longo das 63 páginas do documento, no entanto, o Ministério da Defesa não apontou nenhuma irregularidade ou fraude no sistema. O documento afirma que os dados dos boletins de urna impressos ao final da votação conferem com os dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


"Conclui-se que a verificação da correção da contabilização dos votos, por meio da comparação dos Boletins de Urnas (BU) impressos com dados disponibilizados pelo TSE, ocorreu sem apresentar inconformidade", diz um trecho do documento.


O relatório, no entanto, faz críticas em relação às condições nas quais o processo de fiscalização do sistema eleitoral foi feito e sugere melhorias.


"Observou-se que, devido à complexidade do SEV (sistema eletrônico de votação) e à falta de esclarecimentos técnicos oportunos e de acesso aos conteúdos de programas [...] não foi possível fiscalizar o sistema completamente, o que demanda a adoção de melhorias", diz um trecho do documento.


Em nota divulgada no site do Ministério da Defesa, a pasta diz que o trabalho feito pelos técnicos militares foi realizado dentro da legalidade.


"O Ministério da Defesa e as Forças Armadas reforçam o compromisso com o Povo brasileiro, com a democracia, com a defesa da Pátria e com a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem", diz um trecho da nota.


Por outro lado, o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, disse, também por meio de nota, que recebeu o relatório dos militares com "satisfação" e reafirmou a lisura do sistema eleitoral do país.


"O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022", disse Alexandre de Moraes, em nota.


"O TSE reafirma que as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos", completou o ministro.


A nota diz ainda que as sugestões feitas pelo Ministério da Defesa serão analisadas "oportunamente".


O Ministério da Defesa foi uma das dezenas de entidades fiscalizadoras credenciadas pelo TSE que tiveram acesso a todas as etapas do processo de preparação e realização das eleições deste ano com o objetivo de identificar eventuais falhas ou inconsistências no sistema eleitoral.


No documento, os militares alegaram que demandas feitas ao longo do processo eleitoral não foram esclarecidas pelo TSE e que teria havido restrições ao acesso de dados considerados importantes para a realização da fiscalização de forma apropriada.


Procurado pela BBC News Brasil, o TSE ainda não respondeu às questões enviadas.


O relatório dos militares sugeriu melhorias em seis das oito fases do processo eleitoral: abertura dos códigos-fonte das urnas eletrônicas; cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas usados nas urnas; cerimônia de verificação dos sistemas; teste de integridade; projeto-piloto com biometria; e verificação da correção e totalização dos votos. Em nenhuma das fases foram encontradas irregularidades ou fraudes.


Na primeira etapa, a abertura dos códigos-fonte, foi dado acesso aos códigos dos programas usados pelas urnas eletrônicas. Nesta fase, os militares criticaram a forma como o TSE disponibilizou o acesso aos dados. Eles disseram, por exemplo, que os técnicos não puderam se certificar de que a versão do software analisado era, de fato, a mais recente.


A cerimônia de assinatura digital e lacração dos sistemas é aquela na qual os técnicos se certificam de que os programas que serão usados nas urnas não serão alterados após essa fase.


Nessa etapa, os militares apontaram que os computadores usados no processo de compilação dos dados precisavam acessar uma rede de computadores para obter acesso aos códigos-fonte e softwares.


Este acesso não foi feito pelas urnas eletrônicas e também não ocorreu nos dias das eleições. Segundo o TSE, as urnas não são conectadas a nenhum tipo de rede.


Segundo os militares, o fato de que os computadores usados nos procedimentos para a lacração dos sistemas terem acessado uma rede representa um risco.


"A ocorrência de acesso à rede durante a compilação pode configurar relevante risco à segurança do processo", diz um trecho do relatório.


Apesar disso, o documento não aponta a existência de alguma irregularidade nos programas. O relatório sugere, no entanto, medidas como aumentar a fiscalização sobre infraestruturas de tecnologia da informação usadas nesta fase.


Na etapa conhecida como "teste de integridade", é feita uma simulação de votação com cédulas em papel e urnas eletrônicas com o objetivo de verificar se os dados batem. Nesta fase, não foi detectada nenhuma irregularidade, mas os militares sugeriram aumentar o número de cédulas por seção de votação alvo do teste.


Uma das etapas cujo resultado era o mais esperado foi o projeto-piloto com biometria. Esse teste foi sugerido pelos militares e acatado pelo TSE. Nesta fase, eleitores eram convidados a participar do teste e usar suas impressões digitais para destravar as urnas e simular uma votação.


Os militares apontaram que houve pouca adesão ao teste e sugeriram que ele fosse implementado em todas as unidades da federação nos anos seguintes.


BBC

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terça-feira, 8 de novembro de 2022

Preço da gasolina sobe nos postos pela quarta semana seguida, diz ANP

O preço médio do litro da gasolina vendido nos postos do país subiu pela quarta semana consecutiva, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta segunda-feira (7).


O preço médio do litro avançou de R$ 4,91 para R$ 4,98 na semana de 30 de outubro a 5 de novembro, uma alta de 1,42%. De acordo com a ANP, o valor máximo do combustível encontrado nos postos na semana passada foi de R$ 6,99.


O litro do etanol hidratado também subiu: passou de R$ 3,63 para R$ 3,70, um avanço de 1,92% na semana. Essa é a quinta alta seguida no preço do combustível, após cinco meses de queda. O valor mais alto encontrado pela agência nesta semana foi de R$ 6,19.


Já o diesel voltou a subir, após leve queda na semana anterior. O preço médio do litro subiu de R$ 6,56 para R$ 6,58, alta de 0,3%. O valor mais alto encontrado nesta semana foi de R$ 7,99.


Em junho, os preços do litro do diesel e da gasolina alcançaram os maiores valores nominais pagos pelos consumidores para os combustíveis desde que a ANP passou a fazer levantamento semanal de preços, em 2004.


As altas nos preços da gasolina e do diesel vendidos aos consumidores acontecem apesar de os combustíveis vendidos pela Petrobras às distribuidoras não sofrerem aumento desde junho.


g1

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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Ainda chora por ele? Bolsonaro terá cargo no PL e salário superior a R$ 40 mil por mês e regalias

 

Futuro ex-presidente do Brasil e derrotado nas urnas por Lula (PT), o presidente Jair Bolsonaro assumirá em janeiro o cargo de presidente de honra do PL, partido dele nas eleições deste ano.


O cargo no PL já existe e foi criado pelo presidente da legenda, ex-deputado Valdemar Costa Neto, para José Alencar, que foi vice-presidente nos primeiros mandatos de Lula, após ele deixar o governo.


Quando deixar a Presidência da República, Bolsonaro terá direito a cerca de R$ 40 mil com aposentadorias do Exército e da Câmara. O salário do PL está sendo discutido ainda e será somado a esse valor. Também não foi definida a origem do recurso, nem se será via Fundo Partidário ou doações para a sigla.


O partido deve ainda se posicionar nesta semana, de forma contundente, como oposição ao governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Isso por causa da aproximação de líderes do Centrão com Lula, para afastar os rumores de que poderia dar uma guinada governista com a nova gestão do PT.


O partido de Bolsonaro conquistou a maior bancada da Câmara dos Deputados neste ano, com crescimento dos 76 deputados atuais para 99 na próxima legislatura. Em segundo lugar está a federação PT-PCdoB-PV, com 80 deputados eleitos (PT com 68, PCdoB com 6 e PV com 6).


O partido de Bolsonaro sinalizou ao PP que aceita fazer um acordo para apoiar a recondução de Arthur Lira (PP-AL) na presidência da Câmara, desde que o PP apoie o PL na presidência do Senado contra Rodrigo Pacheco (PSD-MG).


Presença


O objetivo do partido é manter Bolsonaro ativo em Brasília para preservar o eleitor conservador de direita e o “legado” de 58 milhões de votos conquistados no segundo turno da eleição. O presidente vai integrar uma executiva partidária com 21 membros.


No comando do PL desde 2001, Valdemar Costa Neto seguirá como presidente do partido. O anúncio sobre o futuro de Bolsonaro e da sigla deverá ser feito pelo dirigente durante uma entrevista coletiva em Brasília na próxima terça-feira. Será a primeira entrevista do líder do PL em dez anos, desde que foi condenado e preso no escândalo do mensalão.


g1

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sábado, 5 de novembro de 2022

Alta de covid-19 no mundo liga alerta no Brasil, onde cenário já é de crescimento

Desde setembro, a subida da curva de pessoas infectadas pela covid-19 ligou o alerta de autoridades entre Europa, Ásia e Estados Unidos. Aos milhares, os casos evidenciaram o óbvio: a pandemia não acabou. A realidade epidemiológica registrada nesses territórios preocupa, se for refletida no Brasil, pois aqui ainda seria somada a outros fatores: a falta de estratégia vacinal para 2023, a baixa procura pelas doses de reforço e o desconhecimento fidedigno sobre a dimensão das infecções no país.


Semanalmente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulga um relatório sobre a covid-19 pelo mundo. No documento mais recente, divulgado na quarta-feira (2), o Brasil ocupa a quarta posição na lista dos países com mais mortes pela doença, entre 24 e 30 de outubro. Foram 553 mortos e um crescimento de 22% nos casos da doença. Na semana anterior, o crescimento tinha sido de 9%. 


O primeiro do ranking foram os Estados Unidos, com 3.187 óbitos. Mas foi a região europeia que se destacou no número de casos: em sete dias, foram um milhão deles. Dos 61 países europeus, 25% relatam aumento de casos – o maior deles, no Reino Unido, 285 mil casos em sete dias. 


A OMS mostra a predominância de uma variante. A BA.5, descendente da variante Ômicron, mapeada por aqui em dezembro de 2021, representava 78,8% das amostras analisadas.


Em 12 de outubro, a OMS e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Europa (ECDC) emitiram uma declaração conjunta: “Não estamos na mesma situação que há um ano, [mas] vemos os indicadores subirem de novo, o que sugere o início de uma nova onda de infecções”.


No Hemisfério Norte, a preocupação cresce diante da proximidade do inverno, sinônimo de alta temporada turística e aumento das infecções pela influenza. Já no Brasil, embora as estatísticas tenham apontado uma tendência de crescimento na quantidade de infectados, a situação é considerada estável. 


Isso não significa a inexistência de preocupação aqui no país, tanto porque a suposta calmaria não tem sido utilizada para refletir possibilidades para um novo cenário epidemiológico, quanto porque, desde o início da pandemia, ondas de casos em outros países (como acontece agora) atingiram o Brasil. 


A onda silenciosa: aumento de casos começou em julho

Na recente onda de infecções pela covid-19 na Europa, Brenda Borges, 21 anos, foi diagnostica com a doença pela primeira vez  há três meses. Desde janeiro, ela se testou dez vezes. O estágio, organização voltada para estudantes, oferece a testagem gratuitamente.


“Mas poucas pessoas estão comentando sobre covid ultimamente. Ninguém usa máscara. Às vezes, só as pessoas mais velhas”, conta a baiana, estudante de Línguas e Relações Internacionais na Universidade do Porto, em Portugal.


Diagnosticados com a doença, “alguns amigos” dela  não tiveram a possibilidade de faltar ao trabalho. “Acho que meu estágio é um ponto fora da curva”, opina.  


Essa indiferença diante do avanço das contaminações faz parte da receita para o aumento de casos, ainda composta por ingredientes como os escapes imunológicos, ou seja, casos em que as vacinas existentes não impedem a contaminação. No Reino Unido, já existe vacina específica contra a Ômicron. Não é o caso brasileiro.  


“A pandemia só saiu da agenda política e midiática, mas não acabou. A Alemanha, olhei antes de conversamos, há duas semanas estava registrando 160 mil casos por dia, depois do Ocktober Fest [festa que leva ao país 5 milhões de visitantes]”, afirma Miguel Nicolelis, neurocientista, médico e professor que  analisa os dados da pandemia desde fevereiro de 2020.  


No Brasil, explica Nicolelis, acabamos de enfrentar uma onda de contaminações “silenciosa”. O adjetivo cabe por, ao menos, três razões: os casos não resultaram em um aumento das hospitalizações, devido ao sucesso da vacinação, foram registrados em período eleitoral e, consequentemente, o debate público não pautou o assunto. 


Essa onda começou em julho, quando os indicadores relembraram, em certos momentos, épocas graves da pandemia, no quesito quantidade de casos. No dia 7 de julho, por exemplo, 19,5 mil casos de covid-19 estavam ativos na Bahia, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Em 7 de fevereiro, quando a Ômicron se fixava no Brasil, o número chegou a ser menor – 15,6 mil. 


As variantes, mutações que ocorrem em vírus em, em circulação no mundo se mostram se mais leves, ligadas a vias aéreas. As principais delas, no Brasil, foram a Gama, que provocou a maior crise sanitária da história brasileira, de acordo com a OMS, Delta e a Ômicron. 


“Apesar de estarem gerando casos mais leves, eu sempre disse que essa era uma doença para não pegar. Há milhões de pessoas com covid crônica [quando sequelas e sintomas da doença se prolongam]”, acrescenta Nicolelis. 


A mudança de cenários epidemiológicos pelo país tem levado a uma discussão sobre o retorno de medidas protetivas, como obrigatoriedade de uso de máscaras. 


Enquanto, no último dia 30 de outubro, brasileiro iam às urnas, trabalhadores eram mantidos sob isolamento compulsório em uma fábrica chinesa. Depois de um surto de covid-19, funcionários da Foxcoon, uma das maiores fornecedoras da Apple no mundo, foram confinados dentro do complexo. Na última terça (1º), viralizaram nas redes sociais cenas em que os confinados fogem em massa dos seus locais de trabalho. 


É que, na China, impera a política “Covid zero”, com testagem em massa da doença e isolamento obrigatório dos diagnosticados. No caso da fábrica em Zhengzhou, isso pode reduzir a produção do Iphone em  30%, segundo a mídia estatal chinesa, justamente na época em que o aparelho é mais cobiçado – as festas de fins de ano.


A situação na Bahia: há crescimento, mas cenário 'estável'

Na Bahia, onde a única variante em circulação são duas linhagens da Ômicron, nenhuma discussão indica a possibilidade de endurecimento das medidas de proteção. Embora desde o início de outubro até a última quinta (3), o número de casos ativos tenha crescido 44%, de 667 para 963, a taxa de crescimento diária de casos é considerada estável – nos últimas 48 anos, subiu 0,02%.


A taxa de ocupação das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) está em 11%; a pediátrica, 35%. A maior preocupação são os índices de vacinação. Hoje, 46% da população não recebeu as duas doses. Ao menos oito milhões de residentes na Bahia estão com o esquema vacinal incompleto ou sequer começaram. Todos os dados acima são da Sesab. 


“Consideramos esse número [de imunizados com as doses de reforço] baixo. Hoje mesmo fizemos uma capacitação com os municípios, discutimos sobre a vacina, a gente precisa evoluir, avançar”, avalia Márcia São Pedro, diretora da vigilância epidemiológica do estado. 


 As equipes de saúde se atem a dois tipos de variantes: de interesse, quando o registro de novas mutações em outros lugares acende o alerta local, e de preocupação, quando a variante já circula pelo território. Por ora, a variante BA.5, predominante no mundo, é de “interesse” para a Bahia.   


No estado de São Paulo, uma reportagem do Jornal Folha de S. Paulo, da última quinta, mostrou que o número de internados por covid cresceu 46% em duas semanas. “[Na Bahia], a doença tem um quadro muito parecido com uma gripe e não estamos vendo agravamento, aumento de internamento, nem enfermaria, nem na UTI”, afirma Fábio Amorim, infectologista no Instituto Couto Maia.


Realização de testes caiu para 568 por mês


Para o OMS, os dados divulgados sobre a pandemia recentemente podem sequer refletir a realidade, já que a política de monitoramento varia de acordo com o país e o índice de testagem está em baixa. 


Em janeiro, as farmácias baianas realizaram 64.473 mil testes – o que inclui testes rápidos, antígeno e PCR, não autotestes. O estado vivia o pico de infecções pela Ômicron. Em nove meses, o número de testes caiu para 568, calculou a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). A taxa de positivo ficou em torno de 3%. 


No Brasil, 43,2 mil testes foram aplicados nas farmácias. Nacionalmente, o número de positivos cresceu: uma em cada dez testados estava doente. No mês anterior, eram 7%. A Abrafarma não comenta a oscilação, mas revisará suas previsões de estoque para absorver um possível aumento de demanda. 


A redução da procura por testes reflete, claro, o arrefecimento da pandemia. Mas também pode indicar o esquecimento de medidas para controlar o vírus.


No fim de outubro, a atriz Tatá Werneck chegou a causar estranhamento ao submeter os convidados da festa de aniversário da filha, Clara, a testes de covid-19. Na idade dela, 3 anos, o esquema vacinal está incompleto. O porcentual de crianças da idade de Clara que, na Bahia, foram vacinadas com a primeira dose é de 14%. “Enquanto ela não tiver as duas doses, tomo todos os cuidados”, afirmou Tata no Instagram. 


É o que a professora Celeste Oliveira, 63 anos, faz, porque ainda se preocupa com o avanço da covid-19 e a possibilidade de retornar às restrições mais duras da pandemia, como o isolamento.


“Quando a garganta arranha, já ligamos o pisca alerta. Sempre estamos nos informando. Muitas pessoas estão bem negligentes, o que colabora para que isso não acabe”, conta. Em março, ela sentiu sintomas gripas e achou por bem ser testada. O exame PCR deu negativo, como em todas as outras vezes. 


Na maioria dos espaços que circula, ela diz se sentir como um “extraterrestre”. O motivo é o uso da máscara em ambientes fechados. É quase sempre a única com boca e nariz cobertos. Desde abril, é facultativo o uso de máscaras em ambientes fechados na Bahia. Mas na casa de Celeste algumas restrições permanecem. 


O Correio 24h

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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Bolsonaro pede que manifestantes 'desobstruam as rodovias'; vídeo


O presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou um vídeo em suas redes sociais, na noite desta quarta-feira (2/11), em que pede que seus apoiadores desobstruam as rodovias que estão ocupando pelo país. 


O chefe do Executivo disse que entende a frustração dos manifestantes, mas que o momento é de “colocar a cabeça no lugar”. 


Sei que vocês estão chateados, estão tristes, esperavam outra coisa. Eu também. Estou tão chateado quanto vocês. Mas nós temos que ter a cabeça no lugar.


Bolsonaro disse que a obstrução de rodovias prejudica o direito de ir e vir da população e que não se pode “perder a legitimidade”.


Jacobina Notícias

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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

Comandantes das Forças Armadas também são chamados para reunião de emergência no Palácio da Alvorada

Comandantes das Forças Armadas também foram convocados pelo presidente Jair Bolsonaro para uma reunião de emergência, nesta sexta-feira (26). O encontro foi anunciado após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitar o pedido da campanha de Bolsonaro para suspender a veiculação das inserções do candidato do PT ao Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, em rádios de todo o País.


De acordo com informações do Estadão, o comitê de Bolsonaro alega que as rádios deixaram de veicular ao menos 730 comerciais de sua campanha. Para o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, porém, a denúncia não tem base documental nem “qualquer indício mínimo de prova”.


Além da reunião ministerial, Bolsonaro também convocou uma entrevista coletiva de imprensa.Aliados de Bolsonaro querem que Bolsonaro use o episódio para pedir o adiamento do segundo turno da eleição presidencial, marcado para o próximo domingo, 30.


A expectativa anterior era de que o presidente viajasse de Minas Gerais diretamente para o Rio de Janeiro, onde ele terá agenda de campanha nesta quinta-feira, 27.


O avião de Bolsonaro, porém, ficou parado durante meia hora na Base Aérea, enquanto ele era informado, por telefone, sobre a decisão de Moraes. Diante do impasse com o TSE, o presidente decidiu retornar para Brasília entre as duas viagens, em vez de ir direto para o Rio, e convocar uma reunião ministerial.


BNews

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quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Rádios confirmam que não receberam do TSE materiais de campanha de Bolsonaro

No dia 2 de setembro, o ex-ministro da Comunicação Fábio Wajgarten já havia alertado em seu Twitter afirmar que muitas rádios entraram em contato com o departamento de mídia do presidente da República e teriam reclamado da falta de envio dos spots da campanha do presidente.


“O responsável pela distribuição é o @TSEjusbr. Algum problema no sistema de distribuição?“, questionou o ex-ministro em sua rede social.


De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, os mapas de mídia das inserções no rádio e os spots correspondentes “não serão enviados pelo TSE, mas poderão ser baixados no site do Tribunal.”


Terra Brasil Notícias

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sábado, 22 de outubro de 2022

Auxílio Brasil bloqueado: Saiba o que fazer para voltar a receber as parcelas de R$ 600

Auxílio Brasil bloqueado: Saiba o que fazer para voltar a receber as parcelas de R$ 600 A Caixa Econômica Federal já está pagando a parcela de abril do Auxílio Brasil. O valor do benefício está caindo na conta de milhões de brasileiros seguindo a ordem do final do Número de Inscrição Social (NIS).


No entanto, algumas famílias estão tendo o benefício bloqueado. Isso pode acontecer principalmente quando o cadastro no CadÚnico (Cadastro Único) está desatualizado e/ou há informações inconsistentes.


Veja abaixo como descobrir e, se você se encaixar nesta situação e confira o que fazer.


COMO DESCOBRIR SE AUXÍLIO BRASIL FOI BLOQUEADO?


Para descobrir se você foi bloqueado no Auxílio Brasil é simples. Basta acessar o app Caixa Tem ou o aplicativo do programa e consultar se o benefício está bloqueado. Você também pode saber sua situação presencialmente no setor do CadÚnico da sua cidade e por telefone.


O QUE FAZER SE AUXÍLIO BRASIL ESTIVER BLOQUEADO?


O Responsável Familiar deve contestar a suspensão dos depósitos, comprovando que todos ainda estão dentro dos critérios exigidos para o benefício.


Para isso, é preciso ir ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) do seu município levando:


CPF ou Título de Eleitor (apenas do RF);

Documento de identificação (de cada membro da família);

Comprovante de residência;

Comprovante de matrícula de crianças e adolescentes (se houver).

O pedido para voltar ao programa será analisado pelo coordenador do mesmo que terá um prazo de até 30 dias para te dar uma resposta.


Será feito uma revisão cadastral para verificar se os dados do CadÚnico estão atualizados, além de poder ser feita uma análise para confirmar se as informações do cadastro são consistentes com outras bases de dados, e uma revisão de elegibilidade para saber se a família segue os critérios do programa.


COMO VOLTAR PARA O AUXÍLIO BRASIL?


Caso tenha sido bloqueado, não há uma maneira de pedir para ser aprovado novamente no programa. Dessa forma, você precisa regularizar os dados do CadÚnico (vide item acima) e aguardar pela nova triagem do governo que acontece todos os meses antes da concessão do salário.


Para verificar se você foi aceito novamente, basta acessar o aplicativo e entrar com seu CPF e senha. Na tela inicial, toque na opção “Consulta de valores” e veja se há pagamentos a serem depositados.


Caso ainda tenha dúvidas sobre o Auxílio Brasil, você pode ligar para o número 121 do Ministério da Cidadania ou para 111, o Canal de Atendimento ao Cidadão da Caixa.


AUXÍLIO BRASIL NÃO CAIU NA DATA CERTA?


Em caso de o benefício estar liberado na consulta, mas não ter caído na conta é recomendado que o responsável da família entre em contato com a central de atendimento do governo pelo telefone 121. 


Fonte: Economia Uol

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domingo, 9 de outubro de 2022

‘Dar o Brasil para Sonic’: trabalho escolar com promessas para o país viraliza

As “promessas de campanha” feitas por 17 crianças da turma do “Pré I-B” viralizou nas redes sociais nesta sexta-feira (7), devido às ideias inusitadas dos pequenos. “Chamar o Batman para não ter briga”, “dar o Brasil para o Sonic”, “casa e roupa”, “piscina e festa todo dia” e “moto para todos” são algumas das respostas dadas em um trabalho escolar com pergunta “se eu for eleito, eu prometo”. 


A localização e o nome do colégio não foram descobertos até o momento, mas, em tempo de disputa eleitoral, os usuários das redes sociais aproveitaram para compartilhar a foto e se divertir com a situação. 


A candidata Alice disse ser a favor de colocar o preço da bicicleta para R$ 5. Ainda no âmbito do meio de transporte, o aluno Kayron afirmou que no governo dele todos terão uma moto. Para os que gostam de comer, Laura prometeu fornecer salgadinho e Toddynho e Lorran declarou ser adepto ao churrasco. Já Luís apoia balada todo dia.


A aluna Keteyn prometeu uma foto dela grande. Os comentários da publicação brincaram que ela tem grande autoestima. 

 

O Correio 24h

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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Eleitores podem votar de bermuda e chinelo? TSE diz quais as regras para a eleição

 


Muitos eleitores têm pesquisado na internet se “pode votar de bermuda” no próximo domingo (2), dia das Eleições em todo o país. Outro questionamento é se podem votar usando chinelo. Segundo as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores podem sim comparecer às urnas usando bermuda e chinelo.


A única proibição do TSE é a de não permitir o ingresso nas zonas eleitorais sem camisa ou com roupas de banho, como biquíni, maiô ou sunga. Desta forma, os eleitores podem trajar roupas mais comuns do dia a dia, até mesmo utilizar camisas, adesivos, broches, por exemplo, em apoio aos seus candidatos.


As manifestações de apoio a candidatos, porém, devem ser silenciosas. O TSE também proíbe a promoção de aglomerações com pessoas uniformizadas ou portando quaisquer insígnias que identifiquem candidata ou candidato, partido, coligação ou federação.


O que os eleitores não podem esquecer de jeito nenhum é de levar um documento oficial com foto e o título de eleitor. Quem já fez o recadastramento biométrico, pode utilizar apenas o aplicativo e-Título, por constar a foto do eleitor. O aplicativo só poderá ser baixado até o sábado (1º).

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domingo, 25 de setembro de 2022

IBGE promete pagar bônus para acelerar coleta de dados do Censo

Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Recenseadores contratados temporariamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a coleta do Censo Demográfico 2022 têm recebido promessas de pagamentos de bônus de produtividade, o que faria parte de um esforço do instituto para tentar reduzir a morosidade no levantamento de informações em campo, segundo relatos ouvidos pelo Estadão/Broadcast.


Na última sexta-feira, a coleta do Censo completou 54 dias, tendo recenseado 92.130 milhões de brasileiros. Embora tenham se passado quase dois terços do período de coleta, prevista para terminar em 31 de outubro, o total recenseado representa menos da metade da população do País, estimada em 215,138 milhões de pessoas.



Na edição anterior do Censo, realizada em 2010, a coleta já tinha alcançado 80% da população nos primeiros 58 dias de trabalho em campo, com 154,2 milhões de habitantes recenseados num universo populacional menor à época, quando havia 190,733 milhões de brasileiros.


Para igualar a marca da coleta de 2010, o Censo de 2022 precisaria quase dobrar o total recenseado até agora em apenas quatro dias. Apesar do atraso, o IBGE informa que ainda não há perspectiva de prorrogar o prazo de coleta em campo. "Assim como não faz projeções de dados ou indicadores, o IBGE não especula sobre prazos", respondeu o órgão ao Estadão/Broadcast. Questionado pela reportagem, o IBGE negou que esteja oferecendo bônus de produtividade, embora alguns avisos enviados aos recenseadores usem este termo.


Em um setor censitário, o aviso sobre o bônus de produtividade distribuído aos recenseadores previa um pagamento adicional de até R$ 500 para o trabalhador que alcançasse uma média de 30 questionários preenchidos diariamente em um período de até cinco dias.


Outro alerta que circulava entre os temporários dizia que o instituto pagaria um bônus de até R$ 300 aos profissionais que conseguissem superar a marca de 126 questionários preenchidos durante a semana de incentivo. Para quem entregasse 70 questionários, o prêmio era um bônus de R$ 100. As metas alcançadas também renderiam um "upgrade" na faixa de valor paga por questionário dentro da tabela de remuneração.


QUESTIONÁRIO. A remuneração do recenseador varia de acordo com o tipo de questionário aplicado, se básico ou amostral, tipo do setor, se urbano ou rural, e características urbanísticas observadas pelo gestor local, que determinam as faixas de remuneração.


Sobre as discussões internas para tentar aumentar as remunerações dos recenseadores, o IBGE respondeu que "o orçamento do Censo é o mesmo, não prevendo até o momento possibilidade de acréscimo no volume destinado à remuneração dos recenseadores".


"Apesar disso, estamos fazendo esforços para que recenseadores que enfrentam mais dificuldade tenham remuneração mais adequada aos desafios que encontram em campo", completou o IBGE.


Em todo o País, apenas 24,5% dos 452.246 setores censitários tinham sido concluídos até sexta-feira passada. Outros 37,6% nem sequer tinham sido iniciados. Os demais 37,8% restantes tinham a coleta ainda em andamento.


A situação era mais grave dependendo do município ou do Estado. Em Mato Grosso, apenas 12,1% dos setores censitários estavam concluídos, ante 61,2% ainda nem iniciados. Roraima tinha somente 13,3% dos setores concluídos, ante uma fatia de 49,1% de não iniciados. No Acre, apenas 14,4% dos setores estavam concluídos, e 41,6% permaneciam não começados. São Paulo tinha apenas 20,2% dos setores concluídos e 45,8% nem iniciados.


O IBGE tem encontrado dificuldades para preencher todas as vagas de recenseadores necessárias para finalizar o trabalho, além de lidar com milhares de desistências de pessoal já treinado e insatisfeito com os pagamentos e as dificuldades encontradas nas ruas.


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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sábado, 24 de setembro de 2022

Preço da gasolina cai mais 1,8% e deve ir a R$ 4,88 por litro, diz ANP

O preço médio da gasolina nos postos brasileiros caiu mais 1,8% esta semana, atingindo o menor nível desde o fim de junho de 2020, em valores corrigidos pela inflação. O preço do diesel também caiu, acompanhando o corte feito pela Petrobras em suas refinarias nesta semana.


Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o litro da gasolina foi vendido pelos postos, em média, a R$ 4,88 nesta semana, R$ 0,09 a menos do que o verificado na anterior. Foi a décima terceira semana consecutiva de queda.


Desde a aprovação de cortes de impostos sobre o combustível, no fim de junho, a queda acumulada é de 33,9%, ou R$ 2,51 por litro. Além da menor carga tributária, o recuo responde a reduções de preços nas refinarias da Petrobras no período.


Também não houve divulgação do preço do botijão de gás, que subiu na semana passada mesmo após um corte de 4,7% nas refinarias da Petrobras. Nesta semana, a estatal reduziu novamente o preço de venda do combustível, em 6%.


O litro do diesel foi vendido, em média, a R$ 6,71, o menor patamar desde maio. O produto foi menos impactado pelos cortes de impostos aprovados em junho, pois já tinha tributos federais zerados e alíquotas de ICMS inferiores às estabelecidas pelo Congresso.

Desde a aprovação da lei, no fim de junho, a queda acumulada é de 11,3%, respondendo, principalmente, a reduções de preços nas refinarias da Petrobras.


Preocupação entre produtores de cana do nordeste, a queda do preço do etanol hidratado desacelerou. Esta semana, o produto foi vendido, em média, a R$ 3,41 por litro, 0,6% abaixo do valor verificado na semana anterior.


O Tempo

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